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Por Quatro Rodas

Motor elétrico de baixa potência auxiliará o propulsor a combustão para reduzir o consumo

atual geração do Kia Sportage foi lançada no Brasil em junho de 2016, mas, em outros mercados, o SUV está prestes a completar três anos de vida – tempo médio que marca o meio do ciclo de vida de um produto.

Isso explica o lançamento no exterior da versão atualizada do SUV sul-coreano, que passou por alterações cosméticas pontuais, mas com adições importantes no conjunto mecânico.

Kia Sportage Traseira estática
As rodas de liga-leve vão de 16″ até 19″ (Foto: Divulgação/Kia)

Por fora o Sportage recebeu as mudanças típicas de uma reestilização. Foram alterados rodas, para-choques e grade do radiador.

Faróis e lanternas mantiveram seu formato, mas ganharam novo arranjo de luzes.

No interior foram trocados volante, quadro de instrumentos e sistema multimídia (com tela de 7″ de série e de 8″ opcional).

Sob o capô a grande novidade é a estreia de uma versão turbodiesel parcialmente híbrida.

O conjunto usa um pequeno motor elétrico de 48V para auxiliar o quatro-cilindros 2.0.

Essa tecnologia reduz o consumo de combustível, mas não permite que o veículo seja movimentado apenas com a força do motor elétrico, como em um carro híbrido convencional.

Kia Sportage Interior
O novo volante e sistema multimídia mais moderno devem ser oferecidos na versão para o Brasil do Sportage (Foto: Divulgação/Kia)

O novo trem de força, batizado de EcoDynamics+, não deve ser oferecido no Brasil, assim como o câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas e a suíte de recursos para condução semiautônoma.

Por aqui o novo Sportage, que pode chegar no início de 2019, manterá o conjunto composto pelo 2.0 16V flex de até 167 cv com câmbio automático convencional de seis marchas.

O 1.6 turbo de até 177 cv com câmbio de dupla embreagem continua exclusivo do “irmão” do Sportage, o Hyundai Tucson.

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